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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Sexo, Intrigas e Poder - Parte 3
+ Se preferir, assista à reportagem em vídeo na íntegra
Pela primeira vez na história da igreja católica brasileira o vaticano reconhece um caso de abuso sexual contra menores. A longa investigação do Conexão Repórter repercutiu em todo o mundo e foi a base dos depoimentos da CPI da pedofilia em Arapiraca. Após duas horas de conversa, padre Edilson Duarte revela a Roberto Cabrini ter abusado de menores e faz revelações surpreendentes. Imagens exclusivas de uma CPI da pedofilia histórica. Prisões, confissões, revelações, perplexidade. Nossa investigação é a base, não só dos trabalhos da CPI da Pedofilia, mas também das investigações da Polícia Civil e do Ministério Público de Alagoas. O vídeo é o ponto de partida e a nossa investigação se aprofunda. Gravações reveladoras, muitas com câmera escondida. Outras com o conhecimento de uma das partes. O depoimento das vítimas. Entrevistas contundentes. Testemunhas localizadas, que confirmam abusos. E uma série de detalhes apurados. Tudo isso fornece às autoridades fortes indícios da formação de uma quadrilha de pedófilos agindo na Igreja Católica em Arapiraca.
No dia 16 de abril de 2010 a Comissão Parlamentar de Inquérito da pedofilia do Senado Federal se transfere para a cidade alagoana. O presidente da CPI, senador Magno Malta, ouve todos os envolvidos nas denúncias. Vítimas e algozes cara a cara. Ânimos exaltados. O que antes estava só por trás da sacristia é exposto. Os ex-coroinhas relatam os abusos. Em um momento de forte emoção, uma das vítimas não aguenta. Flávio desaba ao lembrar dos anos de sofrimento. Depois do depoimento ele continua chorando e confessa: está com medo de represálias.
Maria, empregada do monsenhor Luiz Marques, também é chamada para depor. Diz que nunca viu nada nos sete anos em que trabalha na casa do religioso. Mas o depoimento dela não convence o Ministério Público, nem as delegadas e nem a CPI. Ela foi presa por falso testemunho.
O atual motorista do monsenhor Luiz, Reinaldo Bezerra, também afirma nunca ter visto nada suspeito. Mas a gravação do Conexão Repórter prova o contrário. E revela que ele não só tinha conhecimento das relações, como também de que os atos começaram quando os coroinhas eram menores. Um caso clássico de falso testemunho. O senador Magno Malta chama o ex-coroinha Fabiano para uma acareação e ele relata que o motorista tinha total conhecimento dos abusos. O senador enfatiza que a conversa entre o motorista e o ex-coroinha, gravada pelo Conexão Repórter, foi de extrema importância para as investigações. O depoimento do motorista na CPI foi considerado mentiroso. Por isso, ele também foi preso por falso testemunho. Outro trecho da investigação da nossa equipe é decisivo para que um dos acusados decida confessar. Nossas câmeras registram o momento em que o padre Edilson recebe Flávio, o ex-coroinha, de cuecas em sua casa. A gravação mostra um convite indevido. E na conversa, uma série de revelações. E com delação premiada, a confissão de padre Edilson Duarte. Monsenhor Raimundo, também acusado pelos coroinhas de ter cometido abusos, nega tudo.
E a parte mais tensa da CPI: Monsenhor Luiz Marques, que aparece no vídeo com o coroinha, é chamado para depor. Ele usa a Bíblia para se justificar. Confissões e pedidos de perdão. O clima esquenta com a acareação. Pela primeira vez, o monsenhor e os coroinhas frente a frente. E o momento em que o monsenhor mais influente de Arapiraca jamais imaginou: sua prisão. Dois dias depois, a detenção é transformada em prisão domiciliar. Imagens exclusivas mostram os bastidores da CPI. Os acusados antes de prestarem depoimento e depois, a transformação. Uma rede de mentiras, pressão e ameaças desmascaradas.
O Novo Mapa da Droga
Pela primeira vez o Peru, país vizinho ao Brasil, assume o posto de maior produtor de folhas de coca do planeta. Vamos mostrar uma viagem que começa nas grandes plantações na América do Sul e que termina na miséria das vítimas do tráfico nos morros cariocas e favelas do Brasil, em geral. O dia a dia dos "desplazados", agricultores que foram expulsos de suas terras porque contrariaram ordens dos narcotraficantes. Uma escola onde muitas crianças viram os pais sendo assassinados. As táticas do tráfico para aliciar as mulas, os transportadores da droga. E ainda, o ritual de engolir cápsulas.+ Se preferir, assista ao vídeo
O mais rentável negócio clandestino: a cocaína. E seu novo mapa. A Colômbia e seus cartéis perdem o posto de maiores produtores de coca. O governo colombiano fecha o cerco contra o tráfico. E o Peru como o país que mais produz a folha. É o que mostram nossas investigações. É o que confirma novo relatório das nações unidas. Da violência dos grupos armados do Rio de Janeiro. A triste realidade das comunidades pobres que sobrevivem plantando a coca na Colômbia. Quem são os desplazados? Famílias expulsas de suas terras na guerra do tráfico. Uma escola onde todos perderam seus lares. Crianças que viram os pais sendo mortos. O Conexão Repórter investiga, viaja, navega águas perigosas, territórios inóspitos. E revela a facilidade com que a droga entra pela fronteira Brasil, Peru e Colômbia. Navegamos pelos rios da Amazônia acompanhados pelos narcotraficantes que contam tudo. Um mercado ilegal que movimenta trezentos bilhões de dólares por ano. Como agem as mulas. Aliciadas pelo tráfico, pessoas comuns se transformam em criminosas. Diante de nossas câmeras, o registro de um ritual. O ritual de engolir cápsulas de cocaína. Uma luta incansável da polícia contra um inimigo indomável. Um roteiro trágico que começa nas distantes plantações de coca na Colômbia e Bolívia e termina nas favelas cariocas.
Para conhecer de perto a realidade dos desplazados e a ligação deles com o tráfico de drogas no Brasil, viajamos milhares de quilômetros. Nossa primeira parada é em Bogotá, capital da Colômbia. Porém, mesmo com tanta eficiência o outro lado resiste. Algumas comunidades ainda sobrevivem do plantio das folhas. Foram 119 mil toneladas no ano passado colhido no Peru. Já a Colômbia colheu 39% das folhas. Cento e três mil toneladas. Assim que localizam o ponto, é feita a fumigação da área pelo governo Colombiano. Um veneno espalhado por pequenos aviões queima a plantação das folhas de coca. Seguimos para Tumaco. Queremos saber porque a região é considerada pela ONU, um local chave para os narcotraficantes. Percorremos 3 horas a fio, em um barco, até chegarmos a uma vila. Nas ruas, encontramos uma realidade muito familiar. Pobreza e miséria. Precisamos negociar com um grupo armado para iniciarmos nossa investigação. Eles são desconfiados de tudo, de todos. Escondem suas armas. São supostos integrantes das Farc. Momentos de tensão. Eles impedem nossa gravação. E autorizam apenas que façamos o registro da vila.
Em Letícia, na Colômbia com a fronteira do Brasil encontramos uma mulher conhecida na região pelo apelido de "Lora". Não quer usar seu nome, mas nos revela que é uma agenciadora de mulas. Apuramos que ela é quem escolhe os homens e mulheres que levam a cocaína até Manaus, no Brasil. Registramos com uma câmera escondida toda a conversa com a agenciadora. Nos apresentamos como um traficante que quer mandar um carregamento de cocaína para Manaus. Lora tenta ganhar nossa confiança. Ela sempre age assim. Somos convidados a entrar na casa da agenciadora que nas horas vagas é dona de casa e mãe de três filhos. O local é apertado. As crianças brincam e são testemunhas da nossa negociação com Lora. Negociação que acontece em cima da cama. A cama onde ela dorme com o marido. Vida particular e criminosa se misturam. Poucos minutos de conversa e a agenciadora começa a dar detalhes sobre o esquema. Fala de valores e quantidades da droga. Fechamos o negócio. Lora vai cobrar 20 mil reais para o transporte. Mais 20 mil para camuflar a cocaína e 4 mil para custear os gastos com as batatas fritas. Perguntamos quanto a mula leva na negociação. A agenciadora não revela.Em pequenas celas, esquecidos pela sociedade e pela indústria de drogas encontramos histórias que mostram de forma visceral a realidade das mulas. Duas mulheres. Uma brasileira, outra espanhola. Duas vidas marcadas para sempre. Anacleide, 28 anos, paraense, mãe solteira de 3 filhos. Maria Sonai de Castro Hernandes, espanhola, 43 anos, mãe de uma filha que tinha 17 anos quando foi presa. Inocentes que convivem com as consequências. Um drama de separação que a indústria do tráfico produz todos os dias mas sequer toma conhecime
BATIDÃO DO SENHOR
Um homem que é considerado um traidor. Foi contra a lei do crime organizado na comunidade onde vive. Ele não sabia das consequências e agora vive os últimos momentos antes de ser executado. Eliminado pelos traficantes por ter roubado uma bicicleta e um botijão de gás. Como num ritual ele é espancado e depois amarrado. Ele implora pela vida e o que parecia impossível acontece. O assassinato é adiado depois que outro homem aparece: Marcos Pereira, o religioso que consegue impedir ações cruéis de criminosos perigosos. Nosso personagem vai colocando a mão na cabeça das pessoas que estão no baile e elas caem desmaiadas. O Conexão Repórter foi atrás de respostas. Foram dias de convivência. Registramos como funciona seu trabalho. Constatamos como a fé se transforma em um negócio que atrai seguidores, que faz com que bandidos endurecidos pela violência se rendam, se desarmem diante do homem que diz ter o poder de explusar demônios.
A batida marcante dita o ritmo, embala a rotina nos morros cariocas. O som, antes ouvido pelas minorias, derruba preconceitos e agora faz parte da identidade da cidade maravilhosa. No caldeirão chamado Rio de Janeiro, raças, culturas, classes sociais se misturam. A desigualdade social é evidente, está na geografia, no dia a dia e na alma dos cariocas. É neste cenário que o funk aparece como a trilha sonora oficial de uma cidade que vive no limite entre a lei e o caos. Letras em forma de protesto. Assim nasceu este movimento espelhado e importado da cultura americana. O funk surge como o grito preso na garganta, dos pobres, da periferia, dos excluídos pela sociedade. O que era para ser só uma quebra de regras estabelecidas, ultrapassa limites. Ganha contorno violentos. É a face do funk como propagador da violência. Nos bailes promovidos pelos funkeiros, uma realidade fora da lei. Armas, drogas, sexo. Tudo no mesmo lugar. Nos bastidores do batidão, como são conhecidos os bailes funk, fica claro quem está no poder. O Conexão Repórter se infiltra neste submundo alimentado pela violência, em que cidadãos de bem se misturam aos inimigos públicos da sociedade. É neste ambiente que nos deparamos com um personagem único que destoa de toda essa realidade.
O polêmico homem caminha tranquilo pelos morros cariocas tomados pelo tráfico. Tem livre acesso, condição conquistada, segundo ele, depois de anos de trabalho. Diz que sua missão é levar a palavra do Senhor aos criminosos que ditam as ordens nas comunidades carentes. E o que parecia improvável vira uma rotina nos becos e vielas das favelas. Estranhamente cumpre o seu papel. Parece invadir a mente dos criminosos, que aos poucos se desarmam. Abandonam identidade de homens violentos e ficam entregues aos pés do homem que entoa palavras da bíblia. Diz explusar os demônios, que segundo ele, abrigam as almas destes criminosos. É o fio de esperança para os homens que escolheram caminhos tortuosos, arriscados, ilegais. Decidimos saber mais sobre a vida deste misterioso homem que escolheu viver a vida a serviço da religião. Ele concorda em nos revelar tudo. Seguimos para a zona norte do Rio. Entramos no prédio imponente e somos recebidos por nosso anfitrião.
A noite carioca mostra sua face, no alto dos morros um ritmo eleito como hino das comunidades. Nosso destino é um dos bailes funk, na zona norte da cidade maravilhosa: o batidão, como são conhecidos. É lá que iremos acompanhar seu trabalho, uma missão dificil: a de transformar o baile em uma espécie de culto. Na chegada nos deparamos com os donos do baile. Homens armados que ostensivamente cuidam da segurança dos frequentadores do baile. Para qualquer pessoa um motivo de intimidação, mas ele não tem nenhuma dificuldade em circular livremente entre os homens considerados perigosos. Ninguém barra. Ninguém impede. O homem que sobe o morro para levar a palavra do Senhor é blindado pelos próprios chefões do tráfico. Em volta, jovens consomem bebidas alcóolicas. Garotas desfilam em trajes provocativos e traficantes mostram o poder, exibem seus arsenais. Em meio a todo este cenário intimidador ele, nosso personagem, caminha como um velho conhecido dos frequentadores. Entre um aceno e outro ele aproveita para ajudar algumas pessoas que ele diz: "estarem tomadas pelo mal". Música alta e o objetivo do pastor é chegar até o dj. No palco crianças dançam ao som de letras pesadas, impróprias para a idade. O homem reconhecido pela comunidade como a pessoas que tem a missão de expulsar os demônios chega ao palco, sobe e, finalmente, toma o microfone.
E, como numa mudança de rítmo, o batidão se transforma em uma espécie de " rave gospel". Começa o que os fiéis acreditam ser a luta do bem contra o mal. É hora de show de Marcos Pereira. A voz forte toma conta do baile. Todos ficam paralisados, atônitos com o poder enigmático . Ao presenciar estas cenas uma pergunta fica no ar. O que estas pessoas sentem ? Por que caem desnorteadas? Sugestão? Ou simplesmente fé?
Um homem que é considerado um traidor. Foi contra a lei do crime organizado na comunidade onde vive. Ele não sabia das consequências e agora vive os últimos momentos antes de ser executado. Eliminado pelos traficantes por ter roubado uma bicicleta e um botijão de gás. Como num ritual ele é espancado e depois amarrado. Ele implora pela vida e o que parecia impossível acontece. O assassinato é adiado depois que outro homem aparece: Marcos Pereira, o religioso que consegue impedir ações cruéis de criminosos perigosos. Nosso personagem vai colocando a mão na cabeça das pessoas que estão no baile e elas caem desmaiadas. O Conexão Repórter foi atrás de respostas. Foram dias de convivência. Registramos como funciona seu trabalho. Constatamos como a fé se transforma em um negócio que atrai seguidores, que faz com que bandidos endurecidos pela violência se rendam, se desarmem diante do homem que diz ter o poder de explusar demônios.
A batida marcante dita o ritmo, embala a rotina nos morros cariocas. O som, antes ouvido pelas minorias, derruba preconceitos e agora faz parte da identidade da cidade maravilhosa. No caldeirão chamado Rio de Janeiro, raças, culturas, classes sociais se misturam. A desigualdade social é evidente, está na geografia, no dia a dia e na alma dos cariocas. É neste cenário que o funk aparece como a trilha sonora oficial de uma cidade que vive no limite entre a lei e o caos. Letras em forma de protesto. Assim nasceu este movimento espelhado e importado da cultura americana. O funk surge como o grito preso na garganta, dos pobres, da periferia, dos excluídos pela sociedade. O que era para ser só uma quebra de regras estabelecidas, ultrapassa limites. Ganha contorno violentos. É a face do funk como propagador da violência. Nos bailes promovidos pelos funkeiros, uma realidade fora da lei. Armas, drogas, sexo. Tudo no mesmo lugar. Nos bastidores do batidão, como são conhecidos os bailes funk, fica claro quem está no poder. O Conexão Repórter se infiltra neste submundo alimentado pela violência, em que cidadãos de bem se misturam aos inimigos públicos da sociedade. É neste ambiente que nos deparamos com um personagem único que destoa de toda essa realidade.
O polêmico homem caminha tranquilo pelos morros cariocas tomados pelo tráfico. Tem livre acesso, condição conquistada, segundo ele, depois de anos de trabalho. Diz que sua missão é levar a palavra do Senhor aos criminosos que ditam as ordens nas comunidades carentes. E o que parecia improvável vira uma rotina nos becos e vielas das favelas. Estranhamente cumpre o seu papel. Parece invadir a mente dos criminosos, que aos poucos se desarmam. Abandonam identidade de homens violentos e ficam entregues aos pés do homem que entoa palavras da bíblia. Diz explusar os demônios, que segundo ele, abrigam as almas destes criminosos. É o fio de esperança para os homens que escolheram caminhos tortuosos, arriscados, ilegais. Decidimos saber mais sobre a vida deste misterioso homem que escolheu viver a vida a serviço da religião. Ele concorda em nos revelar tudo. Seguimos para a zona norte do Rio. Entramos no prédio imponente e somos recebidos por nosso anfitrião.
A noite carioca mostra sua face, no alto dos morros um ritmo eleito como hino das comunidades. Nosso destino é um dos bailes funk, na zona norte da cidade maravilhosa: o batidão, como são conhecidos. É lá que iremos acompanhar seu trabalho, uma missão dificil: a de transformar o baile em uma espécie de culto. Na chegada nos deparamos com os donos do baile. Homens armados que ostensivamente cuidam da segurança dos frequentadores do baile. Para qualquer pessoa um motivo de intimidação, mas ele não tem nenhuma dificuldade em circular livremente entre os homens considerados perigosos. Ninguém barra. Ninguém impede. O homem que sobe o morro para levar a palavra do Senhor é blindado pelos próprios chefões do tráfico. Em volta, jovens consomem bebidas alcóolicas. Garotas desfilam em trajes provocativos e traficantes mostram o poder, exibem seus arsenais. Em meio a todo este cenário intimidador ele, nosso personagem, caminha como um velho conhecido dos frequentadores. Entre um aceno e outro ele aproveita para ajudar algumas pessoas que ele diz: "estarem tomadas pelo mal". Música alta e o objetivo do pastor é chegar até o dj. No palco crianças dançam ao som de letras pesadas, impróprias para a idade. O homem reconhecido pela comunidade como a pessoas que tem a missão de expulsar os demônios chega ao palco, sobe e, finalmente, toma o microfone. E, como numa mudança de rítmo, o batidão se transforma em uma espécie de " rave gospel". Começa o que os fiéis acreditam ser a luta do bem contra o mal. É hora de show de Marcos Pereira. A voz forte toma conta do baile. Todos ficam paralisados, atônitos com o poder enigmático . Ao presenciar estas cenas uma pergunta fica no ar. O que estas pessoas sentem ? Por que caem desnorteadas? Sugestão? Ou simplesmente fé?
O QUE ACONTECEU COM A NOSSA IGREJA!
No Brasil, o Conexão Repórter foi conferir outro caso de pedofilia de perto e viu as marcas que um padre inescrupuloso da igreja católica deixou em uma família brasileira humilde. Pela primeira vez na história da igreja católica brasileira o vaticano reconhece um caso de abuso sexual contra menores. Prisões, confissões, revelações, perplexidade.
O depoimento das vítimas. Entrevistas contundentes. Testemunhas localizadas, que confirmam abusos. E uma série de detalhes apurados. Tudo isso fornece às autoridades fortes indícios da formação de uma quadrilha de pedófilos agindo na Igreja Católica em Arapiraca. A longa investigação do Conexão Repórter repercutiu em todo o mundo e o que antes estava só por trás da sacristia é exposto.
Após duas horas de conversa, padre Edilson Duarte, um dos acusados de pedofilia, revela a Roberto Cabrini ter abusado de menores e faz revelações surpreendentes. Imagens exclusivas de uma CPI da pedofilia histórica. E pela primeira vez, um padre admite seus pecados na tevê brasileira.
Sexo, Crime e Vaticano ajudou a desvendar um mistério. Revelações e confissões que causam revolta. Uma vítima de abuso sexual desvendando o mistério escondido pelo vaticano. Padres envolvidos em escândalos de pedofilia protegidos pela santa igreja. Quarenta anos de mistério guardado a sete chaves. O papa Bento 16 é acusado de acobertar e silenciar crimes de abusos sexuais contra menores.
Há dois anos, o documentário feito pela emissora BBC caiu como uma bomba no vaticano. A igreja sabia que existiam denúncias contra um padre que era acusado de pedofilia. Em vez de denunciá-lo a igreja católica o escondeu das autoridades. A decisão foi baseada em um documento secreto da igreja mantido em sigilo durante décadas. E o homem responsável por isso: cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento 16.
O documento secreto do vaticano queria proteger a reputação dos sacerdotes, até que a igreja investigasse, mas na prática só aumentou a impunidade. Por vinte anos o papa Bento 16 foi o cardeal encarregado de aplicá-lo. E quando teve a oportunidade de extinguí-lo, em 2001, criou sua continuação. Só que desta vez enfatizava o segredo com pena de ex-comunhão. O documento foi repassado ao mundo todo, desta vez com uma ressalva: competência exclusiva do vaticano. Em outras palavras, todas as acusações de abuso devem passar obrigatoriamente pelo vaticano.O novo decreto de Ratzinger era visto por muitos como uma chance de a igreja limpar sua imagem, mas ao mesmo tempo surgem nos Estados Unidos outro escândalo. Um ex coroinha que foi abusado quer justiça e viaja para lá. Neste momento é descoberto que não são casos isolados e que mais uma vez foram abusos acobertados pelo vaticano.
O vaticano não respondeu a repetidos pedidos para uma entrevista sobre os casos apresentados no filme. Recentemente o papa Bento 16 acenou com a admissão de culpa pelos escândalos de pedofília envolvendo sacerdotes católicos. Para ele, "a maior ameaça ao catolicismo não vem de inimigos externos e sim de pecadores dentro da igreja". Bento 16, que é acusado de ter agido para acobertar os escândalos, quando ainda era cardeal, disse que "a igreja precisa reaprender a fazer penitência por seus pecados e aceitar a purificação". Para o papa, "o perdão não substitui a justiça".
No Brasil, o Conexão Repórter foi conferir outro caso de pedofilia de perto e viu as marcas que um padre inescrupuloso da igreja católica deixou em uma família brasileira humilde. Pela primeira vez na história da igreja católica brasileira o vaticano reconhece um caso de abuso sexual contra menores. Prisões, confissões, revelações, perplexidade.
O depoimento das vítimas. Entrevistas contundentes. Testemunhas localizadas, que confirmam abusos. E uma série de detalhes apurados. Tudo isso fornece às autoridades fortes indícios da formação de uma quadrilha de pedófilos agindo na Igreja Católica em Arapiraca. A longa investigação do Conexão Repórter repercutiu em todo o mundo e o que antes estava só por trás da sacristia é exposto.
Após duas horas de conversa, padre Edilson Duarte, um dos acusados de pedofilia, revela a Roberto Cabrini ter abusado de menores e faz revelações surpreendentes. Imagens exclusivas de uma CPI da pedofilia histórica. E pela primeira vez, um padre admite seus pecados na tevê brasileira.
Sexo, Crime e Vaticano ajudou a desvendar um mistério. Revelações e confissões que causam revolta. Uma vítima de abuso sexual desvendando o mistério escondido pelo vaticano. Padres envolvidos em escândalos de pedofilia protegidos pela santa igreja. Quarenta anos de mistério guardado a sete chaves. O papa Bento 16 é acusado de acobertar e silenciar crimes de abusos sexuais contra menores.
Há dois anos, o documentário feito pela emissora BBC caiu como uma bomba no vaticano. A igreja sabia que existiam denúncias contra um padre que era acusado de pedofilia. Em vez de denunciá-lo a igreja católica o escondeu das autoridades. A decisão foi baseada em um documento secreto da igreja mantido em sigilo durante décadas. E o homem responsável por isso: cardeal Joseph Ratzinger, hoje Papa Bento 16.
O documento secreto do vaticano queria proteger a reputação dos sacerdotes, até que a igreja investigasse, mas na prática só aumentou a impunidade. Por vinte anos o papa Bento 16 foi o cardeal encarregado de aplicá-lo. E quando teve a oportunidade de extinguí-lo, em 2001, criou sua continuação. Só que desta vez enfatizava o segredo com pena de ex-comunhão. O documento foi repassado ao mundo todo, desta vez com uma ressalva: competência exclusiva do vaticano. Em outras palavras, todas as acusações de abuso devem passar obrigatoriamente pelo vaticano.O novo decreto de Ratzinger era visto por muitos como uma chance de a igreja limpar sua imagem, mas ao mesmo tempo surgem nos Estados Unidos outro escândalo. Um ex coroinha que foi abusado quer justiça e viaja para lá. Neste momento é descoberto que não são casos isolados e que mais uma vez foram abusos acobertados pelo vaticano.
O vaticano não respondeu a repetidos pedidos para uma entrevista sobre os casos apresentados no filme. Recentemente o papa Bento 16 acenou com a admissão de culpa pelos escândalos de pedofília envolvendo sacerdotes católicos. Para ele, "a maior ameaça ao catolicismo não vem de inimigos externos e sim de pecadores dentro da igreja". Bento 16, que é acusado de ter agido para acobertar os escândalos, quando ainda era cardeal, disse que "a igreja precisa reaprender a fazer penitência por seus pecados e aceitar a purificação". Para o papa, "o perdão não substitui a justiça".
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
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